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Agregador de notícias e conteúdos sobre a internacionalização de empresas portuguesas.

Turquia, mercado de oportunidades

segunda-feira, 30 de julho de 2012


Energia, construção, turismo, têxtil, automóvel e tecnologias de informação são algumas das áreas de oportunidades de negócio para empresas portuguesas na Turquia, um mercado que regista um forte crescimento económico, de grande dimensão populacional, e que poderá igualmente constituir uma plataforma para os países asiáticos.

No comércio é de realçar que Portugal conseguiu um saldo positivo na balança comercial com a Turquia em 2011, com as exportações a crescerem quase 13 por cento face ao ano anterior.

De acordo com o Fundo Monetário Mundial, em 2011, a Turquia foi a 18ª maior economia mundial com um PIB de cerca de 778 mil milhões de dólares (3,25 vezes maior que o PIB português) e a 7ª maior da região da Europa e Ásia Central.

De acordo com um recente estudo da PWC, até 2050 a economia turca deverá crescer a uma taxa média 5 por cento ao ano e em 2050 deverá ser a 11ª maior economia do mundo. Um outro estudo da Goldman Sachs indica que, entre 2040 e 2050, a economia turca deverá ser a 9ª maior a nível mundial e a 2ª maior da Europa.

O governo turco tem estado a fazer um esforço de modernização da indústria, de forma a exportar mais produtos de capital intensivo e maior valor acrescentado, o que permitirá não só aumentar o valor das exportações como defender a sua indústria exportadora da forte concorrência vinda da Índia e da China.

A cooperação entre empresas de ambos os países pode facilitar a penetração das empresas 
portuguesas nos mercados das repúblicas ex-soviéticas situadas na Ásia Central, no norte do Irão e Afeganistão, principalmente em projectos de infra-estruturas e de engenharia civil.

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Ankara é a capital de um país que se tende a afirmar como uma superpotência europeia



CONSELHOS ÚTEIS

Apesar de a Turquia ser um país bastante ocidentalizado e de ter uma cultura de negócios muito parecida com a europeia, existem alguns aspectos que se devem ter em conta numa relação de negócios. Eis algumas informações úteis e conselhos de abordagem ao mercado.

  • Devido à dimensão, especificidades e dificuldades do mercado turco é recomendável ter um representante, agente ou parceiro no mercado.
  • O ritmo e a dinâmica com que os negócios se desenvolvem na Turquia podem ser lentos. As primeiras reuniões são habitualmente mantidas com responsáveis “menos graduados” na organização e, à medida que se vão sucedendo as reuniões e consolidando o relacionamento e a viabilidade do negócio, vai aumentando o nível de responsabilidade e de importância do interlocutor turco. A decisão final é normalmente feita pelo presidente/proprietário da empresa.
  • Muito raramente uma empresa turca diz frontalmente “não” ou que “não está interessada”, mesmo que não tenha muito interesse no produto de forma a não “fechar portas”. Um “sim” pode significar muitas vezes “talvez”/“vamos tentar”.
  • As relações pessoais são muito importantes para aceder ao mercado turco. As primeiras reuniões devem ser preparadas nessa lógica: conhecimento pessoal; confiança; relacionamento.
  • As reuniões de negócios são normalmente precedidas de uma discussão sobre um tema geral (futebol, turismo) podendo envolver perguntas sobre a família. 
  • Durante as reuniões é servido chá e café que deverá ser aceite como sinal de respeito.
  • Dois temas que devem ser evitados durante as conversações: curdos e Chipre. 
  • Os turcos são comunicadores primariamente vocais e visuais. Assim, é aconselhável preparar apresentações apelativas sobre o produto/serviço/negócio em discussão.
  • Os turcos são homens de negócios muito astutos. As propostas de negócio e/ou parceria devem ser muito claras e bem preparadas e devem mostrar quais os benefícios para ambas as partes. 
  • Durante uma negociação devem arranjar-se argumentos para além dos benefícios financeiros. Pode ser muito útil apresentar argumentos relacionados com “poder”, "influência”, “status”, “honra” e outros aspectos não monetários.
  • A barreira da língua é o principal obstáculo no contacto com as empresas e muito em particular com a Administração Pública turca. As empresas devem conhecer a língua ou dispor de tradução fidedigna e competente.
  • Sendo a Turquia um país laico, trabalha-se às sextas-feiras sendo o domingo o dia de descanso.
  • Nos meses de Julho e Agosto muitos executivos encontram-se de férias, pelo que o melhor é evitar viagens de negócios à Turquia durante esses meses. 
  • Na impossibilidade de comparecimento ou atrasos, avise sempre o seu anfitrião com antecedência. Em geral, pequenos atrasos são tolerados (até 30 minutos), dada a situação caótica do trânsito nas grandes capitais. Programe com antecedência as suas deslocações, levando em conta a distância e o itinerário.
  • A Turquia é um país muito quente no Verão e é normal tirar as gravatas e os casacos durante as reuniões. Aconselha-se os empresários a vestir de modo formal. 
  • Para além do mercado interno turco, a Turquia é o mercado ideal para entrada das empresas portuguesas, em parceria com empresas turcas, nas economias de países próximos onde as empresas turcas estão muito bem implementadas (Azerbaijão, Turquemenistão, Geórgia, Cazaquistão, Iraque, Irão e algumas regiões da Rússia).

Fonte: João Mota Pinto em Portugal Global Junho 2012

Aleal investe em tecnologia para marcar ‘design’

quinta-feira, 26 de julho de 2012


O mercado francês é responsável por 37% das exportações da empresa, logo seguido de Angola que absorve 14% das vendas.
A Aleal, empresa que se dedica à produção de mobiliário contemporâneo, exporta 94% da produção. A empresa, fundada em 1975, tem em França o seu principal destino de exportação com um peso de 37%, logo seguida por Angola com um peso de 14%.
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Mas estes não são os únicos mercados para onde a empresa exporta. A Aleal está presente em destinos como o Senegal, a Nigéria, Moçambique, Gabão, Argélia, Rússia, Brasil, Dubai, entre outros. O objectivo segundo a empresa é comercial e promover o mobiliário Aleal tanto em Portugal como no estrangeiro e posicionar a marca como ‘Premium'.
A Aleal acaba de ser escolhida para fazer um dos protótipos da cadeira Meo, "Meo Chair", um concurso lançado aos designers de móveis que passa pela parceria entre a Portugal Telecom e Paredes - Pólo de Design de Mobiliário. Os gestores da Aleal assume que se forem escolhidos têm como pontos fortes a aposta na qualidade, no design, no serviço e na diversidade do produto, uma vez que o objectivo é lançar duas a três colecções por ano. 
Fonte: Diário Económico

Lápis artesanal da Viarco vendido para todo o mundo

quarta-feira, 25 de julho de 2012


Com uma facturação de 485 mil euros, a empresa de S. João da Madeira exporta 20%.
A Viarco - Indústria de Lápis, a única fábrica artesanal de lápis da Península Ibérica, é um caso singular de ousadia e sobretudo de empreendedorismo.
A empresa, cujas origens remotam ao ano de 1907 ainda que a marca Viarco só tenha sido registada oficialmente em 1936, foi comprada por José Vieira e Ana Costa em Maio de 2011. O bisneto do fundador não se queria desfazer do espólio familiar e deitou mãos à obra. A empresa que continua a utilizar as máquinas de 1907 tem ao longo dos últimos anos criado produtos inovadores. Resultado da abertura que a empresa fez a novos criadores. Hoje, a empresa exibe orgulhosa lápis de cor para daltónicos, os lápis-pião, os lápis magnéticos entre tantos outros produtos.
A expansão é tal que a empresa já exporta para a grande maioria dos países da União Europeia e também para os Estados Unidos da América. Ana Costa, gestora da empresa adianta que "hoje com a loja ‘online' já vendemos um pouco para todo o mundo". 

Milaneza escolhe mercado externo para continuar a crescer

segunda-feira, 23 de julho de 2012


Hoje a marca do grupo Cerealis apresenta uma nova imagem, através da qual pretende manter a liderança do mercado.
A Milaneza, marca de massas alimentícias do grupo Cerealis, elegeu o mercado externo para crescer. A administradora do grupo Cerealis, Graça Amorim, adiantou em entrevista ao Diário Económico que "a exportação é um dos canais de crescimento da marca", sendo que o grupo já está presente em cinco continentes onde está a crescer. "Mas temos a ambição de continuar a crescer".
Graça Amorim revelou que a exportação no último ano "com Milaneza, mas também com as nossas outras marcas e produtos, representou um valor superior a 19 milhões de euros", o que significa mais de 10% da facturação do grupo. Espanha e os PALOP - entre os quais Angola representa 67% - são os principais destinos.
No ano passado, o grupo facturou 186 milhões de euros divididos pelas diferentes áreas de negócio: desde farinhas industriais e produtos de grande consumo no mercado interno até massas e cereais de pequeno-almoço, entre outros. Na última década, a Cerealis apostou num plano de investimento superior a 130 milhões de euros, com o objectivo de "posicionar todas as suas unidades industriais no mais elevado padrão tecnológico e de modernidade", adiantou a gestora da Cerealis, que reclama a liderança do sector das massas alimentícias com uma quota em valor acima de 29%. 


Fonte: Diário Económico

Portugal é o quarto país da Zona Euro com maior crescimento das exportações

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Portugal foi o quarto país da Zona Euro que registou um maior crescimento das exportações no período de Janeiro e Abril de 2012, com uma taxa de crescimento de 9%, de acordo com o relatório do Eurostat.

As exportações incluiram a venda de bens portugueses para dentro da União Europeia e para fora desta região.



Lavradores de Feitoria do Douro já tem 70% das vendas em 20 países

sexta-feira, 13 de julho de 2012



Empresa de vinhos do Douro acaba de entrar na Rússia e vai fornecer hotéis Marriott.
A Lavradores de Feitoria (LF), projecto de vinhos do Douro que reúne 30 accionistas, entre os quais o sociólogo António Barreto, acabou de garantir o fornecimento à cadeia de hotéis Marriott e a uma rede de lojas ‘gourmet' na Rússia. Esta é a primeira exportação da empresa para este mercado, onde irá entrar com a marca ‘premium' 3 Bagos. A LF garante, assim, 20 mercados de exportação.
exportação portuguesa


"Estamos só à espera que a empresa de ‘trading' receba as necessárias licenças para enviarmos as garrafas", adianta a presidente executiva da LF, Olga Martins, ao Diário Económico.
A LF está também em negociações com o grupo belga Delhaize com vista ao desenvolvimento de uma marca própria para a rede de 200 supermercados. A Delhaize tem vinhos de marca própria de alguns países produtores, sendo que a LF quer produzir um vinho para representar Portugal nas prateleiras das lojas belgas. "Pensamos que no Outono já seja possível começar a fornecer" a Delhaize, revela. 

Exportações portuguesas para a China triplicaram entre janeiro e abril

quarta-feira, 11 de julho de 2012



As exportações portuguesas para a China triplicaram nos primeiros quatro meses do ano, face a igual período de 2011, para 301 milhões de euros, segundo dados do Instituto Nacional de Estatística (INE).
Segundo dados do INE compilados pela AICEP, as importações da China recuaram 7,2 por cento, para 440,9 milhões de euros.
No final de abril, o saldo da balança comercial era negativo em 139,5 milhões de euros.
Dados da alfândega chinesa, revelados através do Fórum Macau, apontam que entre janeiro e maio as exportações portuguesas para a China subiram 63,2 por cento, para cerca de 502 milhões de euros, enquanto as importações chinesas de produtos portugueses cresceram 7,9 por cento para 1,29 mil milhões de euros.
Segundo o INE, em 2011 havia 912 empresas portuguesas a exportar para a China, mais 80 que no ano anterior. Em 2007, o total de empresas portuguesas a exportar para o mercado chinês ascendia a 701.
No ano passado, o número de empresas portuguesas a importar do mercado chinês era de 6.124, mais 492 que em 2010.
No primeiro quadrimestre do ano, as exportações de bens portugueses para Macau cresceu 49 por cento, para 6,7 milhões de euros, enquanto as importações quase triplicaram (190 por cento), sendo que o saldo da balança comercial é positivo em 6,6 milhões de euros.
Em 2011, as empresas portuguesas que exportavam para Macau ascendiam a 328, contra 291 no ano anterior, enquanto as importadoras rondavam as 25, um número inferior às de 2010.
Nas relações económicas com Hong Kong, as exportações subiram 56 por cento entre janeiro e abril, para 46,7 milhões de euros, e as importações desceram 10,5 por cento, para 8,5 milhões de euros.
exportações
Segundo o INE, em 2011 havia 912 empresas portuguesas a exportar para a China, mais 80 que no ano anterior.
O saldo da balança comercial entre Portugal e Hong Kong era de 38,2 milhões de euros no final de abril. No ano passado, o total de empresas que vendiam bens àquela região asiática era 560, mais 51 que em 2010. O número de importadoras no final de 2011 era 1.493, contra 1.469 um ano antes.

Exportações para fora da UE atingem recorde em Maio


Vendas de bens portugueses para países fora da União Europeia representaram 30% do total das exportações portuguesas em Maio, um dos valores mais elevados de sempre.


As exportações portuguesas continuam a crescer a bom ritmo em 2012, com os resultados de Maio ontem divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística a afastarem para já os receios de travagem nas vendas de bens de Portugal ao exterior, como pareciam apontar os dados referentes a Abril.


Fonte: Jornal de Negócios (consultar artigo)

 
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