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EDP Renováveis garante financiamento para projectos eólicos na Roménia

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

A EDP Renováveis (EDPR) fechou um contrato de 'project finance' com um consórcio de bancos liderado pelo Banco Europeu para a Reconstrução e Desenvolvimento ("BERD") para dois parques eólicos na Roménia, com um total de 57 megawatts (MW).

A dívida de longo prazo contratada totaliza 50 milhões de euros, sendo expectável que o encaixe desta operação ocorra durante as próximas semanas.

Esta transacção, para os parques eólicos de Vutcani (24 MW) e Sarichioi (33 MW), já em operação, representa o terceiro 'project finance' executado pela empresa na Roménia.

A empresa liderada por Manso Neto passa assim a ter a totalidade dos 285 MW de capacidade instalada naquele país em regime de 'project finance', ascendendo o encaixe global a 238 milhões milhões de euros.

Segundo comunicado divulgado ao mercado de capitais, "esta operação financeira demonstra a capacidade de execução da EDPR no desenvolvimento de projectos de elevada qualidade e no desenho de estruturas financeiras capazes de corresponder às exigências dos rigorosos critérios de investimento de parceiros com elevado enfoque no desenvolvimento de projectos de energia renovável".

Fonte: Económico 

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A EDP irá construir dois parques eólicos na Roménia, no valor de 50 milhões de euros

Efacec vence rede de carregamentos de carros eléctricos na Noruega

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012


Grupo ganha 20 milhões com “Estrada do Ártico” e quer reforçar posição na Europa do Norte.

A Efacec foi seleccionada para instalar uma rede de carregadores rápidos de veículos eléctricos na Noruega, fortalecendo assim a internacionalização desta área de negócio iniciada com a criação do Mobi.E. O projecto "Estrada do Ártico" prevê a criação de 250 postos de abastecimento, com três carregadores rápidos cada, o que equivale a uma encomenda da ordem dos 20 milhões de euros, revela o director da área de transportes do grupo português, Pedro Silva. A rede deverá ficar concluída em 2015.

A electromecânica está apostada em ganhar a Europa, em especial os mercados nórdicos e a Alemanha. A parceria que acabou de formalizar com a sueca Garo, empresa líder de mercado nos postos lentos e que actua na Finlândia, Noruega e Irlanda, além do seu mercado doméstico, foi mais um passo nessa estratégia. O acordo prevê que a Garo comercialize em exclusivo os produtos Efacec de mobilidade eléctrica nesses países. Como salienta Pedro Silva, o Norte da Europa apresenta forte potencial para o desenvolvimento deste negócio e esta parceria responde à necessidade da proximidade: "Sentimos que em alguns mercados sem presença local é mais difícil", afirmou. 
A Efacec irá reforçar a sua presença na Europa do Norte de modo a responder à necessidade de proximidade

Fonte: Económico

Logoplaste: nova fábrica nos EUA inicia produção em junho

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012


A nova fábrica da Logoplaste nos EUA, perto do Kansas, a quinta do grupo naquele país, vai arrancar com produção em junho do próximo ano, disse à Lusa o presidente, Filipe de Botton.

O investimento desta nova unidade, que irá produzir as embalagens Downy (o nome do detergente Fairy no mercado norte-americano) da Procter & Gamble, é de 31,5 milhões de dólares (24,3 milhões de euros, à taxa de câmbio atual), adiantou o responsável.

A Logoplaste conta com incentivos de cerca de 1,5 milhões de dólares (cerca de 1,1 milhões de euros) em créditos fiscais e de 90 mil dólares (cerca de 70 mil euros) por cada posto de trabalho criado, estimando-se a criação de 80 empregos.

Filipe de Botton sublinhou que a Downy «é o produto principal da Procter & Gamble nos Estados Unidos».

«Embora seja a nossa quinta fábrica nos Estados Unidos, é a décima na NAFTA», região que inclui Canadá, EUA e México, disse.

O gestor lembrou que há cinco anos a Logoplaste não tinha nenhum investimento nesta região.

«Passámos do nada para 10 fábricas, mais de 380 pessoas a trabalhar e 120 milhões de dólares de volume de faturação [cerca de 93 milhões de euros] desde 2007».

Em 2014, a Logoplaste estima para estas fábricas uma faturação de 140 milhões de dólares (108 milhões de euros), com um peso de 20% em relação ao negócio total do grupo que produz embalagens.

Questionado sobre se o grupo teve dificuldade em entrar no mercado norte-americano, Filipe de Botton disse que este «é mais aberto do que o europeu».

No México, a Logoplaste abriu há cerca de 10 dias uma nova unidade com a multinacional L'Oreal, que tem «um potencial para dobrar nos próximos quatro anos» e resulta de um investimento de 22 milhões de dólares (17 milhões de euros). O grupo tem outra unidade no mesmo país, onde produz para a Henkel. A aposta no mercado mexicano «demonstra o peso do México como destino de reindustrialização de produtos» para abastecer o continente americano.

A Logoplaste está presente em 18 países, entre os quais o Reino Unido, França, Espanha, Malásia ou Vietname, e conta atualmente com 62 fábricas.

Faturação deve crescer 8,5% este ano

A empresa espera este ano um crescimento de 8,5% na faturação, para 480 milhões de euros, depois de um aumento de 34% no ano passado. Para 2013, a subida esperada pelo presidente é de 20%

Atualmente, o peso dos negócios internacionais no grupo é de 90%.

Este peso não significa «que Portugal tenha decrescido, o negócio internacional é que foi crescendo», explicou o presidente da Logoplaste. Aliás, o único ano com «um decréscimo em Portugal é em 2012», um reflexo da crise que afeta o país.

Em 2014, a Logoplaste estima para estas fábricas uma faturação de 140 milhões de dólares.



Fonte: Agência Financeira

Teixeira Duarte factura mais de 70% fora de Portugal

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012


Nos primeiros nove meses de 2012, a construtora facturou quase 700 milhões de euros nos mercados externos.

A Teixeira Duarte conseguiu facturar 71,2% do seu volume de negócios nos primeiros nove meses deste ano fora de Portugal. Neste período, a construtora liderada por Pedro Maria Teixeira Duarte registou uma facturação de cerca de 980 milhões de euros, o que representa um acréscimo de 7% face ao período homólogo de 2011.

Em termos gerais, o volume de negócios da Teixeira Duarte em Portugal registou um decréscimo de 23,6%, enquanto os mercados externos subiram 27,7%. Desta forma, o mercado interno já vale apenas cerca de 40% do total da facturação da construtora.
Angola já vale quase tanto nas contas da Teixeira Duarte. Nos primeiros nove meses deste ano, a construtora facturou cerca de 487,5 milhões de euros em Angola, um mercado que já representou 37,7% do volume de negócios no período em análise.

O volume de negócios da Teixeira Duarte desceu 6,1% face a Setembro de 2011, destacando-se o acentuar da quebra no mercado interno, que no final deste período foi de 44,4%. No mercado angolano, este indicador fixou-se em 36,1%, desconsiderando o efeito da valorização do dólar, com o qual esse valor teria registado uma subida efectiva de 24,5%.

A empresa portuguesa facturou perto de 700 milhões de euros nos primeiros nove meses de 2012


Fonte: Económico


(Vídeo) Produtor do Dão exporta 60% da produção para Brasil, Suíça, Bélgica e Noruega

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Portugal está a exportar cada vez mais vinho. Este ano, o volume enviado para o estrangeiro aumentou 10%. Na região do Dão, por exemplo, muitos produtores encontraram no mercado internacional uma tábua de salvação.

 
Fonte: Sic Notícias

Moviflor reforça internacionalização com loja em Moçambique


A Moviflor, marca portuguesa de mobiliário e decoração para a casa, inaugura amanhã a primeira loja em Maputo, Moçambique.

A empresa revela, em comunicado, que investiu 12 milhões de euros na loja moçambicana que contará com 60 colaboradores.

De acordo com a directora-geral da empresa, Teresa Albuquerque, "a inauguração da primeira loja Moviflor em Moçambique é muito importante para nós, na medida em que nos permite alargar o horizonte do nosso negócio e, ao mesmo tempo, participar na sustentabilidade do negócio dos parceiros que trabalham connosco". A mesma responsável lembra que "este é um momento estratégico para a Moviflor e para os seus parceiros e fornecedores que, através da nossa marca, têm a possibilidade de aumentar as suas exportações e iniciar actividade em novos mercados".

A entrada da Moviflor no continente africano ocorreu em 2008, altura em que abriu a primeira loja em Luanda, Angola. A empresa admite que para 2013 está prevista a abertura de mais três lojas no mercado angolano: uma no Lobito e mais duas na capital, Luanda.

A Moviflor, que emprega 1.200 colaboradores, assume que 55% dos fornecedores são portugueses - o que representa cerca de três mil postos de trabalho indirectos - que, com a internacionalização da marca, alargam também a sua operação a novos mercados.


Moviflor, marca portuguesa de mobiliário e decoração, investe em Moçambique
Fonte: Económico

 
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