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Melhor vinho à venda nos EUA é português

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

O vinho Vega Douro tinto de 2009, produzido pela DFJ Vinhos, empresa com sede no Cartaxo, foi considerado pela revista norte-americana Wine Enthusiast o melhor do ano 2012 na relação preço/qualidade.


Em comunicado, a DFJ realça o facto de ser a primeira vez que um vinho português surge no topo da lista dos 100 melhores vinhos à venda nos Estados Unidos.

Em 2012 os especialistas da Wine Enthusiast, que baseiam a classificação na relação preço/qualidade, provaram 17.000 vinhos, dando a designação "Best Buy" (melhor compra) a 1.134 (6,%).

"Dessa lista seleccionaram os 100 melhores, e o melhor de todos foi o Vega Douro tinto 2009, da DFJ Vinhos", refere a nota.

Sublinhando que desde há cinco anos a empresa tem tido sempre vinhos seus na lista dos 100 melhores, a DFJ refere que este ano ganhou 29 "Best Buys" nesta revista, depois de em 2011 o Grand'Arte Alvarinho 2010 ter ficado em nono lugar, tendo sido o primeiro vinho branco português no "Top 10".

A Wine Enthusiast tem em conta, na sua classificação, não só a relação entre pontuação e preço, mas também a disponibilidade nos Estados Unidos e o reconhecimento no mercado, considerando ainda o equilíbrio global da lista, que procura incluir uma "gama ampla de estilos e origens", com variedades para "todos os gostos e preferências".

Vega Douro tinto de 2009 foi eleito pela revista Wine Enthusiast do melhor de 2012 em termos de preço/qualidade


O enólogo e administrador da DFJ Vinhos, José Neiva Correia, declarou-se "orgulhoso por mais uma vez ver reconhecido" o seu trabalho, agora com "um dos troféus mais importantes no mundo do vinho".

Criada em 1998, a DFJ Vinhos é uma companhia exclusivamente portuguesa, que controla 400 hectares de vinhas em quintas maioritariamente nas regiões vitivinícolas de Lisboa, Tejo, Douro, Terras do Sado e Alentejo, orientando a sua produção para a exportação.

Produzindo anualmente uma média de seis milhões de garrafas, a empresa exporta 95 por cento da sua produção e tem vindo a conquistar vários prémios nacionais e internacionais, como o troféu Red Wine of The Year, por duas vezes, em Londres, e, já em 2012, o prémio de melhor companhia portuguesa de vinhos do ano nos Estados Unidos, no New York International Wine Competition.

Fonte: Económico

Potencialidades de negócio na Rússia

segunda-feira, 26 de novembro de 2012



Com mais de 140 milhões de consumidores e vastos recursos naturais e matérias-primas, onde se destacam o petróleo e o gás natural, a Rússia acaba de aderir à Organização Mundial do Comércio (OMC), abrindo assim a sua economia aos restantes países membros. Para Portugal e para as empresas portuguesas, a adesão à OMC poderá alargar o leque de oportunidades de negócio naquele mercado.


Oportunidades para as empresas portuguesas


Com mais de 140 milhões de consumidores, em que 10 a 15 por cento da população têm um grande poder de compra, uma classe média com grande propensão para o consumo, e sendo o mercado russo considerado, para breve, o maior mercado de consumo da Europa, Portugal dispõe aqui de oportunidades em vários sectores da oferta nacional, potenciando o aumento das exportações nacionais.
Referimos, de seguida, os principais sectores que consideramos de oportunidade para as empresas portuguesas que queiram apostar no mercado russo.


Produtos Alimentares; Produtos Farmacêuticos; Confecção e Têxteis-lar; Calçado e Mobiliário:


Mercado muito concorrencial e de grande absorção de bens alimentares, prevendo-se um aumento das importações em 40 por cento. Os produtos portugueses têm vantagens em termos de qualidade/preço.
Os produtos farmacêuticos ocupam o 4º lugar nas importações russas, os produtos estrangeiros dominam o mercado com dois terços do consumo interno (os maiores exportadores são a Alemanha, França e Suíça).
Com o aumento do poder de compra, o cliente russo torna-se cada vez mais exigente na sua escolha, incidindo a procura sobre a qualidade e o design.
As empresas devem aproveitar os canais de distribuição existentes, promover os produtos nas revistas da especialidade e participar em feiras do sector.

Máquinas e Equipamentos; Veículos e outro Material de Transporte; Moldes; Produtos Tecnologicamente Inovadores:


O crescente aumento das importações de equipamentos quer mecânicos (maior importação russa) quer eléctricos (3ª maior importação), enquadram-se na política de desenvolvimento do país e no investimento em novas indústrias ou na modernização de fábricas.
Os moldes apresentam grandes oportunidades, sendo os maiores fornecedores do país a Alemanha, Coreia do Sul e Itália, enquanto Portugal ocupa o 7º lugar.

Telecomunicações; Tecnologias de Informação e Sector Energético:


Previsão de um forte crescimento no sector das tecnologias de informação, que rondará os 35 por cento.
A estratégia de penetração no mercado deve passar pela identificação de potenciais parceiros e pela participação conjunta em projectos locais.
O sector energético é um dos sectores prioritários de desenvolvimento e de aposta do governo russo.

Construção e obras públicas; projectos e materiais de construção:


A ter em atenção a organização do Campeonato do Mundo de Futebol 2018, que implica a modernização e construção de novas infra-estruturas.
A Rússia acolherá pela primeira vez na sua história um Mundial de Futebol, planeando despender cerca de 15 mil milhões de euros na preparação, organização e realização deste evento. Serão onze as cidades que acolherão o Mundial’2018: Moscovo, que contará com dois estádios (Lujniki e Spartak), S. Petersburgo, Ekaterinburgo, Kalininegrado, Kazan, Nijni Novgorod, Rostov-na-Donu, Samara, Saransk, Sotchi e Volgogrado.
A fileira HoReCa, o turismo e o investimento imobiliário são áreas onde igualmente as empresas portuguesas poderão encontrar oportunidades de negócio na Rússia.
Recorde-se que as principais cidades russas são Moscovo e S. Petersburgo, que juntas representam aproximadamente 20 milhões de consumidores com rendimentos superiores à média na Rússia, oferecendo boas infra-estruturas, boas acessibilidades internas e externas, e destacando-se por serem os pólos mais atractivos para a actividade económica.
Moscovo é ainda o centro de decisões políticas e económicas e acolhe as feiras mais importantes da Federação Russa.
São, no entanto, de referir outras cidades que pela sua dimensão (com mais de um milhão de habitantes) poderão vir a ser alvos potenciais para a realização de actividades de promoção das empresas portuguesas e respectivos produtos e serviços, nomeadamente: Ekaterinburgo (1.350.000 hab.), Nizhny Novgorod (1.250.000 hab.), Samara (1.170.000 hab.), Omsk 1.160.000 hab.), Kazan (1.145.000 hab.), Chelyabinsk (1.130.000 hab.), Rostov-na-Donu (1.100.000 hab.), Ufa (1.070.000 hab.) e Volgogrado (1.025.000 hab.).
O Centro de Negócios da AICEP em Moscovo disponibiliza às empresas portuguesas que apostem no mercado russo informação económica e estatística, informação sectorial e sobre oportunidades de negócio, identificação de potenciais importadores, informação sobre feiras e salões internacionais e apoio na sua participação, informação sobre os aspectos regulamentares mais importantes, apoio na organização de visitas de empresas portuguesas ao mercado e marcação de reuniões, e apoio às missões empresariais e mostras de produtos.

Vista do Kremlin (fonte: http://temavercomigo.com/tag/dicas-de-moscow/)

Ambiente de negócio na Rússia


Dificuldades no acesso ao mercado russo


  • Língua.
  • Concorrência crescente dos parceiros estrangeiros tradicionais.
  • Falta de informação qualificada sobre os parceiros locais.
  • Acesso à informação sectorial.
  • Falta de transparência e grande burocracia (processos na administração pública, obtenção de certificações, dispersão de competências entre diferentes serviços, etc.).
  • Interpretação da legislação local (enquadramentos regulamentares e normativos).
  • Compreensão do funcionamento de algumas entidades ligadas ao comércio externo (Alfândega, por exemplo).
  • Desalfandegamento de mercadorias e amostras.



Facilidades de entrada na Rússia


A Rússia dispõe de uma vasta rede de infra-estruturas (rodoviária e ferroviária). A utilização da maioria das estradas é gratuita. No que respeita ao transporte ferroviário, as ligações entre Moscovo e as maiores cidades do país são frequentes, sobretudo com S. Petersburgo. Em Dezembro de 2009 foi inaugurada a ligação de alta velocidade entre Moscovo e S. Petersburgo (700 quilómetros de percurso, em 3h45).
Devido às grandes distâncias a percorrer, o avião continua a ser o meio de transporte mais comum. Nos últimos anos, apareceram numerosas companhias locais que fazem as ligações internas. A região de Moscovo é servida por cinco aeroportos, dos quais três são aeroportos internacionais com ligações diárias para quase todas as capitais europeias, incluindo Lisboa através da TAP, com cinco voos semanais.

Conselhos às empresas


  • A abordagem ao mercado deve ser feita, preferencialmente, em língua russa. É igualmente possível comunicar em inglês; no entanto, não sendo uma língua correntemente utilizada poderão surgir dificuldades no processo da comunicação. Outros idiomas como o alemão, francês, espanhol, são pouco falados. Nas reuniões, é aconselhável fazer-se acompanhar de um intérprete de português - russo.
  • Procure marcar as suas reuniões com algum tempo de antecedência (mínimo: um mês).
  • É muito importante estar bem preparado para as reuniões relativamente ao produto, preços, condições de pagamento, quantidades e prazos de entrega, sendo sempre preferível apresentar toda a documentação em russo. Obtenção prévia de informação sobre o sector.
  • Apostar na qualidade e design dos produtos destinados à população com grande poder de compra.
  • Participação ou visita a feiras: numa grande metrópole como Moscovo é aconselhável como primeiro contacto com o mercado e para dar visibilidade aos seus produtos.
  • Presença assídua no mercado: o contacto pessoal é incontornável na “cultura de negócios” russa.
  • Convite a importadores para visitar Portugal como forma de apresentação dos seus produtos e da empresa.
  • Procurar parcerias locais para dar solidez à oferta, reunindo o maior conhecimento possível sobre o parceiro em causa e sobre o papel estratégico do parceiro (conhecedor do sector, experiência de importação, acesso a rede de distribuição e meios logísticos necessários, rede de contactos como alfândegas, institucionais e administrativos).
  • Clarificar todos os termos dos contratos incluindo condições seguras de pagamento para evitar disputas posteriores.

Fonte: Maria José Rézio em Portugal Global Outubro 2012

Exterior já vale 62% das vendas da Mota-Engil

quinta-feira, 22 de novembro de 2012


O lucro da Mota-Engil aumentou 15% para 25 milhões de euros nos primeiros nove meses do ano.
O grupo Mota-Engil divulgou os resultados dos primeiros nove meses do ano, nos quais o mercado externo representa 62% do total do volume de negócios de 1.687 milhões de euros. Em 2011 o peso do exterior rondava os 51%.
Em comunicado enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários, o grupo liderado por Jorge Coelho revela que o volume de negócios cresceu 8,4% "devido à boa performance verificada nos mercados externos, com um crescimento de cerca de 31% e dos negócios da área de ambiente e serviços".
De acordo com a com a construtora, a carteira de encomendas internacional tem vindo a reforçar o peso, com destaque para o crescimento registado nas empresas que detém na região da América Latina.

Até Setembro o EBITDA situou-se nos 217,1 milhões de euros (+8,8%), suportado sobretudo no crescimento do mercado africano e nos segmentos de tratamento e distribuição de água, logística e manutenção em Portugal.
A diminuição do volume de negócios no segmento de engenharia e construção e na área de tratamento e recolha de resíduos penalizou a actividade em Portugal, cujo volume de negócios decresceu 11,6% para 676 milhões de euros.
Na sessão de hoje as acções da Mota-Engil desceram 0,29% para 1,36 euros.
Fonte: Económico
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Exterior já vale 62% das vendas da Mota-Engil.

Corticeira Amorim factura 500 milhões este ano

terça-feira, 20 de novembro de 2012


Pela primeira vez, a Corticeira Amorim ultrapassará 500 milhões de euros de facturação. A Alemanha é o terceiro mercado internacional da empresa.

A Corticeira Amorim vai atingir este ano uma receita de 500 milhões de euros, revelou o presidente do grupo António Amorim, durante o encontro empresarial luso-alemão, em Lisboa.

"A Corticeira Amorim vai em 2012 ultrapassar pela primeira vez os 500 milhões de euros de facturação”, indicou António Amorim, notando que nos últimos dois anos o grupo acumulou um crescimento de 19%. 

António Amorim realçou que a inovação e melhoria da qualidade dos produtos têm sido determinantes para o crescimento do grupo fora de Portugal.

Responsável por 70 milhões de euros de vendas, a Alemanha é o terceiro mercado internacional da Corticeira Amorim. "Começámos a ganhar quota de mercado a partir de 2010, porque melhorámos a qualidade, porque os alemães têm preocupações ambientais e porque houve uma mudança nas percepções e, hoje, dois terços dos alemães preferem vinhos com rolhas de cortiça", explicou o empresário.

António Amorim assinalou, ainda, que recentemente a Corticeira Amorim conseguiu um contrato com a Siemens da Alemanha e da Áustria para instalar pavimentos de cortiça nas carruagens de metros de superfície. Esse foi um dos exemplos dados pelo mesmo responsável para mostrar que ao nível da inovação "a cortiça fez o trabalho de casa". António Amorim apontou, ainda, que agora "o grande desafio para sector é ter sucesso com novas aplicações para a cortiça".

Fonte: AICEP

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A Corticeira Amorim prepara-se para ultrapassar os 500 milhões de euros de facturação

Exportações para o Peru aumentam 69,5% para 20 milhões

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

As exportações de bens portugueses para o Peru totalizaram 19,6 milhões de euros nos primeiros nove meses do ano, mais 69,5% do que em igual período de 2011, de acordo com dados do INE.

No mesmo período, as importações caíram 25% para 18,4 milhões de euros, o que representa um saldo positivo (diferença entre exportações e importações) favorável a Portugal de 1,2 milhões de euros.


Fonte: Agência Financeira

Vaga de seis missões empresariais chega a Moçambique até Dezembro

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Grupos da construção, calçado, têxtil, agro-alimentar e engenharia procuram novos negócios.

Grupos como a Dielmar, Kyaia ou Pedreira estão de malas feitas para Moçambique. Nas próximas quatro semanas, mais de 50 empresas portuguesas preparam-se para viajar para o país da África Austral à procura de oportunidades de negócio. São empresas dos mais variados sectores de actividade, desde a construção, calçado, têxtil, engenharia ou agro-alimentar, divididas por seis missões empresariais.
O crescimento económico que Moçambique tem registado nos últimos anos, e o potencial que a descoberta de recursos naturais como o gás lhe veio conferir, tornou-o um mercado bastante atractivo. "Moçambique está entre os dez países do mundo que mais cresceram na última década [7,9%], prevendo-se que continue a ser uma das economias com maiores índices de crescimento a nível global", explica Francisco Balsemão, presidente da ANJE (Associação Nacional de Jovens Empresários), organismo que tem desde segunda-feira uma comitiva em Maputo.
Os empresários da missão da ANJE vão participar em vários "encontros institucionais com entidades locais, com o objectivo de abrir portas aos empresários portugueses e fornecer informações diversas sobre o mercado", adianta fonte da associação. 
Fonte: Económico

Central de Cervejas reforça peso das exportações para 23%

quinta-feira, 15 de novembro de 2012


Angola ainda é o principal mercado internacional. Em Portugal, a empresa comprou a distribuidora Sodicel.
Numa altura em que o consumo de cerveja em Portugal caiu 10%, a Sociedade Central de Cervejas (SCC) - que detém a marca Sagres - reforçou as vendas internacionais. O director de comunicação e relações institucionais da SCC, Nuno Pinto de Magalhães, revela ao Diário Económico que nas vendas globais de cerveja, acumuladas ao passado mês de Outubro, "a exportação significa cerca de 23% do volume global". Em 2011, o mercado internacional representou quase 20% do volume global das vendas da SCC. 
Nuno Pinto Magalhães salienta que "Angola continua a ser o principal destino com mais de 50% do volume das exportações" da cervejeira agora presidida pelo holandês Ronald den Elzen.
Até Outubro, a SCC exportou mais de 60 milhões de litros e "certamente que até ao final do ano este volume crescerá pois esta altura é o pico de vendas Angola, pese embora todos os prejuízos que temos sofrido com a greve dos portos em Portugal", sublinha. 

As exportações representam 23% no volume global da SCC
Fonte: Económico

Efacec ganha obra de 20 milhões na Noruega

quarta-feira, 14 de novembro de 2012


A empresa acabou de garantir a execução de um contrato avaliado em mais de 20 milhões de euros.
A Efacec acabou de garantir a execução da solução de telecomunicações e sistemas da terceira fase do Metro Ligeiro de Bergen, na Noruega, um contrato avaliado em mais de 20 milhões de euros. 
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Efacec é o maior Grupo Eléctrico Português
A Efacec já assinou o contrato com a Bybanen Utbygging, a empresa responsável pela gestão e construção do metro de Bergen. O grupo electromecânico português, que vai realizar o projecto em dois anos, irá efectuar o projecto de detalhe, instalação, integração, comissionamento e manutenção da nova linha 3, numa extensão de sete quilómetros entre a rede existente e o aeroporto internacional de Bergen.
Segundo avança a Efacec em comunicado, a obra irá desenvolver-se "sem interrupção do serviço comercial". O grupo português fez já uma obra semelhante no Metro Ligeiro de Dublin, na Irlanda.
Fonte: Económico

Macau e Hong Kong provam Vinho do Porto

terça-feira, 13 de novembro de 2012


Se até Setembro de 2012, as vendas de vinho do Porto para a China duplicaram, (passaram de cerca de 20 mil litros vendidos de Janeiro a Setembro de 2011 para mais de 36 mil) é certo que o Sul do país ainda não é, de todo, consumidor assíduo desta bebida.

Neste contexto, conjugando o posicionamento económico privilegiado da China com a evolução cultural e tecnológica das suas duas cidades mais desenvolvidas, Macau e Hong Kong, o Instituto dos Vinhos do Douro e do Porto (IVDP) avança, com várias acções concertadas de promoção, procurando chegar a públicos destacados: jornalistas, empresários e lideres de opinião, na Wine & Spirits Fair de Hong Kong (de 8 a 10 de Novembro) e profissionais do sector com almoços de degustação e seminários educacionais, em Macau, de 10 a 13.

As acções de promoção de vinho do Porto em território chinês são, para o IVDP, fundamentais para criar imagem deste produto numa economia em franca expansão.

vinho-do-portoDe acordo com o presidente do IVDP, Manuel de Novaes Cabral, “o sul da China, nomeadamente Hong Kong e Macau, é um território que conhece o Vinho do Porto, mas que temos consciência que é necessário desenvolvê-lo e mostrar-lhe as oportunidades de consumo. Sobretudo num período em que a visibilidade do produto é essencial para o crescimento da sua quota de mercado”.

Integrada na estratégia de expansão do vinho do Porto a missão educacional à China visa, sobretudo, criar uma relação forte com a imprensa, líderes de opinião e agentes económicos e locais.

As sessões informativas e pedagógicas e acções com a imprensa respondem à estratégia traçada pelo Instituto de criar uma imagem forte e apelativa no mercado chinês. Ao mesmo tempo, as sessões de degustação e seminários educativos com profissionais do sector têm como fim último diversificar os mercados importadores de vinho do Porto.

Fonte: AICEP

Do Douro para o Mundo Inteiro


A nova colheita de Tons de Duorum Tinto 2011 chegou ao mercado para proporcionar aos consumidores uma experiência vínica diferente a um preço surpreendente.

Um vinho genuinamente duriense, que reflecte o terroir do Douro Superior e nos remete para os socalcos daquela terra encantada.

As uvas que estão na sua origem são colhidas manualmente num ritual que se repete ano após ano, numa das vindimas mais tradicionais de Portugal.

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Aliando o melhor da tradição à modernidade e como consequência natural da conduta ambiental da Duorum Vinhos S.A., a empresa tem uma política de desenvolvimento rural sustentável e uma política para a biodiversidade tendo aderido, no presente ano, à rede internacional de iniciativa europeia Business& Biodiversity.

O vinho Tons de Duorum Tinto 2011 é produzido com Touriga Franca, Touriga Nacional e Tinta Roriz, estagiando em barricas de carvalho francês e americano durante 6 meses. Apresenta uma cor vermelha viva, com aroma a morango e framboesa resultando num final fresco e elegante.


Fonte: AICEP

 
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