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Zippy aumenta presença no Cáucaso

segunda-feira, 27 de agosto de 2012


A Sonae pretende aumentar a sua presença na região do Cáucaso nos próximos quatros anos, através da sua marca de vestuário infantil Zippy. 

Geórgia, Arménia e Azerbeijão são os mercados onde a Zippy irá estar presente.

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Zippy irá abrir uma loja, ainda este ano, no Azerbeijão
O plano de expansão consiste na abertura de cinco lojas da insígnia. Segundo um comunicado do grupo Sonae, a primeira unidade será inaugurada, ainda este ano, no Azerbeijão. 

A entrada será feita através de uma estratégia de "capital light". Pela aposta nesta estratégia, a Sonae SR consegue um crescimento rápido sem ser necessário um grande nível de investimento. Por isso, o grupo alargou o acordo de franchising que já existia para a região do Médio Oriente com o grupo Fawaz Alhokair.

Segundo Miguel Mota Freitas, presidente executivo da Sonae SR, esta expansão integra a estratégia de internacionalização da Sonae. Assim, o grupo "aproveita as marcas distintivas desenvolvidas pelo grupo em Portugal e que apresentam vantagens competitivas noutros mercados face aos concorrentes já instalados".

Com esta aposta na região do Cáucaso, a Sonae pretende beneficiar da exposição a mercados em desenvolvimento com maiores indicadores de crescimento económico, de modo a reforçar as receitas internacionais do grupo.

Fonte: Marketeer

Delta pretender aumentar a presença fora do País

terça-feira, 21 de agosto de 2012


Um dos próximos passos estratégicos da marca é a abertura de uma segunda loja Delta Q em São Paulo, Brasil.
Uma das estratégias base definidas pela Delta Cafés é atingir o estatuto de marca internacional. Segundo o administrador do grupo, Rui Miguel Nabeiro, "a internacionalização está, definitivamente, na agenda diária da nossa empresa". 
Nos próximos dez anos, a marca pretende duplicar os mais de 40 países onde o grupo se encontra e tornar-se numa marca internacional. O gestor afirma que as estratégias estão delineadas e os mercados conhecidos, para que seja possível garantir a presença da Delta no mundo inteiro.
O resultado desta estratégia é visível no facto de o mercado externo corresponder a cerca de 22% no total das vendas da Delta. Os mercados que têm mais peso neste resultado são a Espanha, Angola e França.

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Delta Q, a nova aposta da Delta Cafés

O império dos hotéis de luxo de Pestana

sexta-feira, 17 de agosto de 2012


O primeiro hotel foi financiado com o lucro de uma loja de bebidas em Joanesburgo. Hoje o grupo Pestana abre mais de um hotel por ano.
A simples suspeita de que alguém no seu grupo esteja a gastar mais dinheiro do que o necessário deixa Dionísio Pestana inquieto. Por isso, no dia em que um director lhe entregou o orçamento para a remodelação de uma suite de hotel que envolvia mais de 20 metros de cortinado, o executivo não pediu uma revisão das contas: foi ele próprio ao quarto tirar as medidas. Concluiu que havia metros a mais no orçamento e mandou rectificá-lo. Não foi a primeira vez que se envolveu nestas questões e até já prescindiu da fita métrica, usando as suas próprias passadas para medir o que queria.
Nenhum colaborador estranha este envolvimento de Dionísio Pestana. O gestor gosta de circular pelos corredores dos hotéis de luxo, de acompanhar obras, de testar os serviços sem pré-aviso ou de dar um toque pessoal na organização. Muitos detalhes dos hotéis do grupo nascem de sugestões do próprio gestor, que se inspira em tudo o que vê noutros locais, desde os candeeiros aos tapetes, tomando notas e fotografando tudo o que o cativa. O empresário chegou a criar uma pasta, a que deu o nome de "novas ideias", na qual guarda toda essa informação na expectativa de um dia as poder usar.
Esta disciplina e rigor marcam a gestão de Dionísio Pestana e ajudam a explicar como chegou a líder do maior grupo turístico português e um dos mais reputados a nível internacional. Com presença em três continentes, o grupo Pestana gere 83 unidades - entre hotéis, pousadas e outros modelos de exploração -, oferecendo perto de dez mil quartos distribuídos por três continentes. Portugal e Brasil são as operações mais relevantes, mas a América Latina começa a ganhar peso na operação internacional. Depois de Argentina e Venezuela, o grupo abriu portas na Colômbia, e prepara agora três novas aberturas - Miami (EUA), Luanda (Angola) e Casablanca (Marrocos) - entre outros projectos em estudo, como o Chile.
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O Grupo Pestana abre mais de um hotel por ano.

Lições de gestão ao balcão
Dionísio Pestana começou a apurar o perfil de gestor quando ainda estava longe de saber que seria esse o seu destino. Aconteceu quando ainda dividia o tempo entre as brincadeiras de criança e o trabalho com o pai numa loja de bebidas em Joanesburgo, na África do Sul. Foi aí, a observar as negociações com os fornecedores, que aprendeu duas regras-chave da gestão: primeiro, saber esperar pela oportunidade certa; segundo, saber que para conseguir o melhor preço numa compra é preciso estar disposto a esticar uma negociação até ao limite.
As lições ao balcão, onde servia clientes, conferia facturas e verificava ‘stocks', revelaram-se preciosas quando, já aos 24 anos, saído de fresco do curso de gestão e sem falar português, aterrou sozinho na Madeira para tentar salvar o investimento hoteleiro do seu pai - um agricultor de Ribeira Brava que emigrou para Joanesburgo em busca de fortuna e a encontrou primeiro na venda de bebidas alcóolicas, depois no investimento em bolsa e, mais tarde, nos hotéis que ergueu em Moçambique e no Funchal. Começou aí a aventura do grupo Pestana.
O primeiro investimento foi em Lourenço Marques, onde Manuel Pestana construiu o Prédio Funchal (nacionalizado e depois, ao fim de 20 anos, recuperado pela família como Pestana Rovuma), num quarteirão semelhante ao Ritz em Lisboa. Seguiu-se o Funchal, onde ergueu um novo hotel para concorrer com o Reids, o Savoy e o Hilton. Contratou um arquitecto, um economista, fechou um contrato com a cadeia Sheraton e investiu 300 mil contos (o equivalente a 1,5 milhões de euros, entre capitais próprios, crédito da banca e do fundo de turismo com um empréstimo) para erguer 300 quartos sobre o Atlântico. Corria o ano de 1972.
Do Funchal para o Rio de Janeiro
Quatro anos depois, Dionísio Pestana aterrava no aeroporto de Santa Catarina para salvar o Sheraton no Funchal da falência. Quando chegou ao hotel, em vez de hóspedes encontrou caos e funcionários em revolta: a comissão de trabalhadores já expulsara o director e tentava correr com a cadeia Sheraton da ilha. A banca portuguesa, nacionalizada, concedia crédito de olhos fechados, não vendo a sombra do malparado a crescer. 
O cenário era negro, mas foi a partir dele que Dionísio ergueu o mais poderoso grupo hoteleiro nacional. Instalou-se no hotel - onde escrevia cartas aos amigos a contar que ganhava 20 contos por mês, mas vivia num hotel de cinco estrelas - e passava os dias entre o 18º andar e o seu gabinete, alguns pisos abaixo. Uma rotina que só mudou ao fim de 12 anos, quando o casamento o levou a trocar o hotel por uma casa e o elevador por um carro.
Para recuperar o hotel no Funchal, Dionísio foi a Bruxelas reunir com o grupo Sheraton. Renegociou os ‘fees' (em vez de pagar 5% das receitas e 15% dos lucros, sugeriu entregar 20% dos lucros), reviu os contratos com os bancos e negociou ainda a gestão directa do hotel. Em 1980, o hotel voltou a respirar.
Ainda na década de 80, duplicou a oferta de quartos, apostou no ‘time sharing' e gerou liquidez para investir e crescer. Comprou o hotel mais vistoso da Madeira, o Casino Park Hotel, fechou o negócio com a madeirense ITI por 1,4 milhões de contos (mais tarde vendeu 25% por 1,2 milhões) e virou-se para os mercados internacionais.
A entrada no Brasil deu-se em 1999, quando gastou quatro milhões na compra do cinco estrelas Rio Atlântica, em Copacabana, ao empresário Roberto Marinho. Em três anos, a marca Pestana espalhou-se e chegou a seis hotéis - hoje são nove e a operação brasileira já vale 20% dos resultados do grupo.
Cauteloso, não deixa que a dívida valha mais de 30% dos activos, e tenciona manter a mesma prudência em todos os mercados onde está presente. Dionísio Pestana, hoje com 60 anos, só não coloca limites à ambição. A meta de abrir um hotel por ano há muito que foi superada e agora sonha ver a sua marca em todas capitais da Europa e da América do Sul. Um caminho que começou há 40 anos.

IBT investe 81 milhões para expandir Realtime nos EUA

segunda-feira, 13 de agosto de 2012


A empresa portuguesa já está presente em Nova Iorque, Los Angeles, São Paulo, Londres e em Lisboa.
A tecnológica portuguesa Internet Business Technologies (IBT) vai investir 100 milhões de dólares (81 milhões de euros) no projecto de expansão no mercado norte-americano. Este plano, com a duração de três anos, prevê o desenvolvimento e introdução da tecnologia Realtime. "Este é um momento muito importante e de grande orgulho para todos, por vermos reconhecido o trabalho de uma equipa", salienta o fundador e presidente-executivo da IBT, André Parreira. 
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A tecnologia Realtime actualiza automaticamente uma página de Internet, sem precisar da tecla F5

Actualmente, a IBT marca presença em Nova Iorque, Los Angeles, São Paulo, Londres e Lisboa, onde funciona a fábrica de ‘Research & Development' (investigação e desenvolvimento) e de ‘Web Innovation' (inovação em rede).
O ‘site' do Diário Económico (www.economico.pt) foi o primeiro projecto a integrar a tecnologia Realtime. "É uma mudança de paradigma. Até aqui, a informação podia ser acedida em qualquer lugar mas, quando a víamos, já estava desactualizada, porque a Internet era controlada pelo utilizador", conforme explicou André Parreira nos primeiros tempos de utilização da tecnologia. 

Grupo Montalva fecha acordo de exportação para a China

segunda-feira, 6 de agosto de 2012


O Grupo Montalva e o Guangdong Nam Yue Group acabam de celebrar um acordo de cooperação com o objectivo de disponibilizar produtos portugueses no território da República Popular da China, Hong Kong e Macau.


O acordo prevê a investigação e desenvolvimento em conjunto de oportunidades de negócio na área da distribuição e comercialização de produtos alimentares do Grupo Montalva – Izidoro, Damatta, Montalva, DIN, Intergados e Progado – e enquadra-se na estratégia de internacionalização daquele que se afirma como o maior grupo nacional do sector das carnes.
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Grupo Montalva alarga o seu mercado para a China


De referir que o Grupo Montalva exporta actualmente para cerca de 20 países, abrangendo perto de 80 clientes, tendo o mercado internacional sido responsável por vendas de 16 milhões de euros em 2011. A comercialização de produtos de marca para outros países cresceu durante o último ano, com destaque para os mercados africano – em especial para Angola – e europeu, sendo responsável por vendas agregadas de cerca de 240 milhões de euros, vendas consolidadas de 168 milhões de euros e mais de mil colaboradores.


O Guangdong Nam Yue Group é uma empresa-bandeira com mais de 30 anos de experiência na ligação entre Macau e a região de Guangdong na República Popular da China, possuindo interesses em áreas tão distintas como a construção, o imobiliário, a distribuição e o retalho.


Fonte: Markeeter

China: comércio com países de língua portuguesa aumenta 22%

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Compras a Portugal crescem 64% até junho para 633 milhões de euros.


As trocas comerciais entre a China e os países de língua portuguesa aumentaram 22 por cento até junho atingindo 63,7 mil milhões de dólares (51,8 mil milhões de euros), indicam dados oficiais divulgados esta quarta-feira.

De acordo com as estatísticas dos Serviços da Alfândega da China, Pequim comprou aos oito países do universo lusófono produtos no valor de 44,7 mil milhões de dólares (36,4 mil milhões de euros) - mais 29 por cento do que o apurado no primeiro semestre de 2011.

Por outro lado, a segunda maior economia mundial exportou para a lusofonia bens avaliados em 18,9 mil milhões de dólares (15,3 mil milhões de euros), número que reflete um acréscimo anual de oito por cento, escreve a Lusa.

O Brasil manteve-se, ao longo dos primeiros seis meses do ano, como o principal parceiro lusófono da China, com um volume de trocas comerciais de 41 mil milhões de dólares (33,4 mil milhões de euros), uma subida de 11,7 por cento face a igual período do ano transato.

As exportações da China para o Brasil totalizaram 15,5 mil milhões de dólares (12,6 mil milhões de euros) - mais 6,4 por cento do que nos primeiros seis meses de 2011 - enquanto os bens adquiridos pelo gigante asiático ao Brasil cifraram-se em 25,5 mil milhões de dólares (20,7 mil milhões de euros), reflexo de um aumento anual na ordem dos 15,2 por cento.

Com Angola, o segundo parceiro chinês entre os países de língua portuguesa, as trocas comerciais cifraram-se em 19,9 mil milhões de dólares (16,1 mil milhões de euros), na sequência de um crescimento de 51,2 por cento relativamente aos primeiros seis meses de 2011.

As aquisições chinesas sofreram até junho um incremento anual de 51,8 por cento para 18,2 mil milhões de dólares (14,8 mil milhões de euros), ao passo que as vendas a Angola sofreram uma subida superior a 45 por cento até 1,6 mil milhões de dólares (1,3 mil milhões de euros).

Para Portugal, o terceiro parceiro comercial da China no universo lusófono, seguiram mercadorias chinesas avaliadas em 1,2 mil milhões de dólares (997 milhões de euros) até junho - menos 11,8 por cento em relação ao primeiro semestre de 2011 - contra compras chinesas de 778 milhões de dólares (633 milhões de euros), mais 63,9 por cento face a igual período do ano transato.

Entre janeiro e junho, o volume das trocas comerciais luso-chinesas atingiu 2 mil milhões de dólares (1,6 mil milhões de euros), refletindo um crescimento anual de 7,4 por cento.

Só em junho, as trocas comerciais entre a China e os países de língua portuguesa alcançaram 11,9 mil milhões de dólares (9,6 mil milhões de euros), caindo seis por cento face ao apurado no mês precedente.

As importações da China somaram 8,2 mil milhões de dólares (6,6 mil milhões de euros), enquanto o volume das exportações para o universo lusófono atingiram 3,6 mil milhões de dólares (2,9 mil milhões de euros), mais dois por cento comparativamente a maio.

Os dados divulgados incluem São Tomé e Príncipe, apesar de o país manter ligações com Taiwan e não participar diretamente no Fórum Macau.

A China estabeleceu a Região Administrativa Especial de Macau como plataforma para o reforço da cooperação económica e comercial com os países de língua portuguesa no ano de 2003, altura em que estabeleceu o fórum que se reúne ao nível ministerial de três em três anos.

A expansão da Zilian

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

calçado zilian
Zilian, fundada em 2008, expande agora os seus horizontes de negócio





Uma loja monomarca de calçado? O conceito, inovador no mercado português, apresentou-se em 2008 quando a Zilian abriu a primeira loja em Lisboa. Seguiu-se Braga, alguns pontos de venda pelo País, o online e, agora, Madrid.


Grande variedade de modelos de calçado, sempre trendy e a preços acessíveis, expostos em lineares organizados por tamanhos e cores e onde ambos os pés do par estão expostos, de forma a permitir uma lógica de self-service. Um conceito disruptivo e inovador, que veio romper com o paradigma das lojas de calçado no mercado português. Um conceito desenvolvido pelo Grupo Mar para a marca Zilian e que já lhe permitiu a expansão para fora de portas. Em 2008 abriu a primeira loja em Lisboa; em 2009 em Braga e já no final do ano passado avançou para a madrilena Calle Goya.


«Partindo da experiência adquirida no sector da moda em Portugal, o Grupo Mar desenvolveu este projecto com base em estudos realizados que identificaram uma oportunidade de negócio no mercado de calçado feminino. A Zilian nasce através de um investimento de um milhão e meio de euros por parte deste grupo numa marca 100% nacional, a pensar em mulheres cosmopolitas, exigentes e atentas à moda e às tendências», informam os brand managers da marca, Madalena Beirão e Duarte Beirão, sublinhando o facto de se tratar de um investimento que aposta na transversalidade e num conceito com forte componente trendy.


A resposta por parte dos consumidores só veio comprovar que a oportunidade de negócio identificada existia, de facto. Assim como, de resto, tinha já dado resultado em mercados como o brasileiro. E, face à incógnita de se estranhar o conceito – de loja e de oferta monomarca -, a procura e o volume de vendas mostraram a adesão à oferta. De tal forma que a Zilian acabou por traçar um trajecto pouco habitual para uma marca portuguesa! «Depois da loja em Lisboa, o nosso foco era abrir no Norte do País. Porto e Braga eram as cidades onde queríamos estar, tendo a oportunidade em Braga surgido primeiro. É uma cidade onde se respira juvenilidade, moda e inovação e por isso a Zilian teve uma óptima aceitação», esclarecem. Depois, bem depois foi uma extensão a grande parte do mercado. Não com lojas próprias mas com Zilian Points meticulosamente desenhados para se enquadrarem da melhor forma em lojas multimarca.


E que nunca deixassem de passar o conceito, o espírito, o ADN Zilian. Os responsáveis explicam: «O nosso objectivo é estar o mais próximo possível das nossas clientes e por isso elegemos algumas lojas em locais como Porto, Aveiro, Leiria, Santarém e Évora, apresentando uma cuidada selecção de modelos.» Um trabalho de proximidade complementado, posteriormente, com o desenvolvimento da loja online.


Mais recentemente, Zilian entra então em Espanha, num passo que traduz a aposta e ambição do Grupo Mar em conquistar novos mercados. «Estar presente agora em Madrid, com uma loja no centro da cidade, significa para a Zilian um passo em frente, mais um objectivo concluído. Tal como fazemos em Portugal, queremos também ajudar a inspirar as mulheres espanholas», vão realçando.


A maior parte dos modelos são os mesmos comercializados em Portugal, embora possa acontecer um de reforço de outros, em particular a nível de modelos de salto alto e modelos de festa. «Abrimos há relativamente pouco tempo mas temos tido um feedback muito positivo. As madrilenas ficam muito agradadas com o conceito e com o produto. Acreditamos que se identificam com a marca e com a oferta», contam os brand managers.


Não menos relevante tem sido a presença online no retalho de moda, que é para nós um dado adquirido. Os dois mentores confirmam que «as facilidades de compra, troca, devolução e o detalhe das especificidades do produto contribuem para um aumento exponencial de vendas». Mas a pedra de toque em todo o trajecto foi a localização da primeira loja, como confirmam: «Estar no centro de Lisboa – na Av. António Augusto de Aguiar – e numa zona de escritórios, com outros espaços comerciais como o El Corte Inglés, foi fundamental; no entanto, acreditamos que este espaço, com mais de 400 m2 de área expositiva e uma decoração e layouts inovadores, possa ter criado de imediato uma enorme curiosidade e interesse por parte do público.»
Encontrar o par


O conceito da Zilian foi, e é, proporcionar às mulheres o encontro com o “par perfeito” e uma experiência de loja inovadora e personalizada. Daí que as colecções apostem numa variedade alargada de modelos, exibidos numa loja que conta com uma área de exposição de produto em linear organizada por tamanhos e cores, sendo esta uma forte característica diferenciadora. «A experiência que passamos à nossa cliente é o principal, desde o atendimento personalizado aquando da chegada à loja (com serviço de valet parking) até finalizar a compra», esclarecem.


A campanha de lançamento em Madrid foi mais um exemplo da forma de comunicar da marca. «Fizemos um documentário sobre histórias e escolhas de vida de oito mulheres, partindo de um casting online dirigido a todas as madrilenas. Filmámos em plena Gran Via numa acção de rua que incluía uma caixa gigante de sapatos e apresentámo-lo na festa de lançamento da marca, com a presença de Martina Klein, uma conhecida modelo e actriz espanhola que aceitou o desafio de dirigir este filme. São cerca de 10 minutos de emoção e que espelham aquilo que a marca valoriza.»






Texto de Maria João Vieira Pinto
Fonte: Markeeter

 
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